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Segunda-feira, Janeiro 18, 2010
Viagem para Penedo e Porto Real Era sexta à noite e eu estava com fome, mas sem vontade de entrar no Mc Donalds, eis que lembrei que na Vereador José Diniz tem uma lanchonete chamada Baby Burger pela qual, vira e mexe, eu passo na frente, mas nunca havia entrado. Dei uma procurada na net pra ver se encontrava algum comentário sobre o local e a comida, mas a descrição mais detalhada que eu encontrei não tinha nenhum detalhe concreto. Explico: no Guia da Folha diz somente que a lanchonete se divulga como aquele que serve hamburgueres de carne orgânica, o que logo dá a entender que ninguém da redação deve ter tido o interesse de comer algo no local ou, se o fez, não curtiu. Enfim, na falta de outras opções fui pra lá mesmo. A decoração não tem tema e é clean. O cardápio tem o que se espera numa lanchonete e é bem farta. O sanduíche que eu comi era bom, com carne em boa quantidade, no ponto certo. O suco que eu tomei, de tangerina, estava muito gostoso. Feito com fruta de verdade. Agora, uma das coisas que eu mais amo comer em lanchoente, a batata frita... o que era aquilo??? Poucas vezes comi uma batata frita TÃO RUIM!!! Aquilo parecia aquelas espumas utilizadas pra proteger equipamentos eletrônicos dentro das caixas. Tinha gosto de qualquer coisa menos batata. Nem usando Ketchup Heinz (a mostarda também é da mesma marca) consegui salvar o gosto daquilo. A vantagem do local é que tem estacionamento (com manobrista e preço amigável de R$3,00 à noite), a casa não é lotada e o atendimento é bem ágil,apesar de meio aéreo (os atendentes são educados, mas parece que eles viajam... o cara me serviu a maionese à parte num potinho e esqueceu que eu precisava de uma colher para pegar). Avaliação final: de 0 a 10, dou 5. Não é de todo ruim, mas tem lugares melhores e pelo mesmo preço naquela região. No final de semana eu fui pro Rio de Janeiro para comemorar o aniversário de uma amiga. No caminho de ida passamos em Penedo. A cidade é uma gracinha. A cidade do papai noel, onde ficam as comunidades Filandesas, parecem casinhas de boneca. Lembra um pouco de Campos do Jordão em miniatura. Para comer, a especialidade da região: truta. No cardápio tinhas uns 30 tipos de tempero para a truta, servida com batata sautè e arroz, no Rei da Truta. As meninas pediram 1 prato para cada 2 e os meninos comeram cada 1 um prato inteiro. Que delícia! O peixe desmanchava e ficou perfeito com as batatas. Depois do almoço subimos até as cachoeiras. Pra quem vive nessa selva de concreto, é muito diferente estar num lugar assim onde a água que corre entre as pedras é clara e limpa. Ficamos encatados com a presença de uma porção de borboletas coloridas, entre elas aquela azul, que eu nunca tinha visto ao vivo, somente naqueles quadros vendidos nas lojas de presentes aqui da Liberdade. Ela é linda em vôo. Pena que quando ela pousa, se fecha e fica toda marrom. Um detalhe. Nos sentimos observados. Acho que Penedo nunca viu tanto japa junto na vida. Por onde passávamos as pessoas olhavam e como a gente ficava, sem querer (de verdade), falando em japonês, o povo devia pensar que éramos turistas gringos. Estávamos somente em 13 pessoas. Seguimos para Porto Real, uma cidade muito muito pequena, no interior do Rio Janeiro, onde ficamos comendo e comendo e comendo. rs ![]() O pessoal ainda brincou de pescar, mas isso só serviu pra gente rir mesmo. Pescar peixe que é bom, quase não deu. Vi como nasce maracujá azedo (eu sou bicho da cidade grande. Até brinquei de subir em árvore para comer jabuticaba no pé quando criança, lá na casa dos meus bisavós, mas sei muito pouco sobre plantações) e que acerola (esquerda) beringela (direita) tem flor!
Vivendo e aprendendo... Fotos tiradas do Flickr
Segunda-feira, Janeiro 11, 2010
Embaixo de tanta chuva, não tem muito o que fazer e nem pra escrever, então vou começar com a tradução das palavras que eu não sabia na semana passada e que foi respondida pelo Twitter por um amigo. Eu nem sei porque eu não pensei nisso antes... era só olhar pra coisa. "Kombu" é a alga desidratada. Eu sempre achei que alga fosse algo mais fino, por isso não conseguia associar uma coisa com a outra. Adoro comer "kombu". Aquela textura e o sabor, misturada ao "hondashi" e o "shoyu" fica ótimo!!!
"Hondashi" é um pó a base de peixe. Não me perguntem que tipo de peixe e como o peixe vira pó para temperar e dar sabor a caldos e sopas japonesas, só sei que é muito bom. Pelo menos eu acho.
No final de semana, eu ia sair, mas fiquei presa por muitas pilhas de roupa pra lavar. Tem coisa mais divertida do que você ligar a máquina de lavar roupa e no meio do processo descobrir que a SABESP inventou de fazer manutenção sem aviso prévio e ter que dar um jeito pra terminar de lavar tudo??? E quando você consegue pendurar parte da roupa lavada vê a chuva vindo muito mais forte do que o imaginado e, mesmo tendo estendido a roupa em área coberta, ver tudo sendo "lavado" pela chuva??? Definitivamente, preciso parar de lavar roupa. Já é a segunda semana que eu faço isso e cai um verdadeiro temporal. Coincidência??? rs
Segunda-feira, Janeiro 04, 2010
Happy New Year! Best wishes for all of you. Feliz ano novo e tudo de bom pra vocês! Se na sua primeira linha do título aparecem desenhos estranhos ou simplesmeste caracteres em japonês que você não consegue identificar, basicamente leia-se o mesmo que está em inglês e português. Eu ia acrescentar "今年も宜しくお願いします!" (kotoshimo yoroshiku onegaishimasu), mas como não existe tradução para a frase (não que eu saiba), acabei deixando de fora do título. Se alguém souber como traduz isso com o mesmo significado que tem em japonês, por favor me ensine, porque eu não consegui até hoje. Aliás, falando em tradução, cheguei a conclusão de que eu não sei traduzir para o português um monte de coisas. Quem lê até pensa que eu sou fluente em japonês, o que não é o caso. O fato é que eu cresci conhecendo alguns itens somente pelo seu nome em japonês e as poucas que eu sei em português é graças as etiquetas no supermercado. Um dos que eu aprendi, mas vez ou outra me dá branco, é o "gombo" (que em algumas províncias é chamado de "gobô"), cuja tradução é bardana. Eu nem sei se ocidental usa isso para fazer algum tipo de prato, já que não vendem no supermercado. E eu sei disso, porque já paguei um mico memorável tentando explicar para um repositor o que eu queria em mímica. Nem sei onde foi que eu aprendi o nome em português. "Daikon" e "Hakusai" são dessas coisas que eu aprendi no supermercado. Nunca esqueço a emoção de ver o nome na etiqueta que são, respectivamente, nabo e acelga. E eu estava, no dia primeiro, fazendo mais "sume" (um caldo que usamos, no caso, para acompanhar o "moti" - bolinho de arroz - e fazer o "ozoni" - sopa com o "sume" e "moti" que traz sorte e prosperidade para o ano novo) e conclui que não sei o nome de tudo o que vai no nosso "sume". Cheguei até a postar minha dúvida no twitter, mas só um dos itens recebeu tradução, o "imo" que, segundo uma amiga, chama inhame. No "sume" de casa a gente usa "daikon", "imo", "gombo", "shiitake", "kombu" e "surume", além do "shoyu" e "hondashi". Os três primeiros eu já traduzi, o quarto é o cogumelo marrom grande, vendido desidratado. Depois começa o problema. Como fala "kombu" e "surume" em português??? E "hondashi"??? Aliás, tem tradução? E assim comecei meu ano. Brincando de cozinhar, de me perguntar como falam as coisas em português e me divertindo com os presentes que "papai noel" trouxe pra mim*. rs Espero que todos tenham tido uma entrada de ano divertida e desejo um ótimo 2010, com muita saúde, alegrias, realizações, sucesso e tudo mais que você tenha colocado na sua listinha de ano novo. * eu ganhei um DDR3 com tapete e aproveitei o final de semana pra pular feito doida, afinal, uma das resoluções de ano novo é perder peso e voltar a caber folgada nas minhas calças =)
Segunda-feira, Dezembro 28, 2009
Cinema/Filme: Avatar Restaurante: Jig's Restaurante: Outback Steakhouse Octavio Café Apesar de não ter planos para o natal, fui convidada de última hora para jantar na casa de um amigo e foi super animado, além da comida maravilhosa que a avó dele fez. E como eu não tinha planos para a véspera, eu fui bater pernas no centro como turista e acabei me dando mal, porque estava tudo fechado. Eis que acabei no cinema e assisti A Princesa e o Sapo numa sessão que tinha eu e mais 5 crianças.
O filme resgata o clássico estilo dos desenhos criados por Walt Disney, na época que não existia Pixar, ou seja, apesar de ter efeitos criados no computador (Cinderella, de 1950, teve o primeiro uso de efeitos de computador, na faísca que sai da varinhas das fadas) foi desenhado à mão, o que por si só é encantador (coisa de fã). A historia conta uma outra versão da princesa que beija o sapo e mostra o preconceito, o valor do trabalho duro e onde a ganância pode levar. É uma versão moderna para os velhos contos de fadas, numa visão que à época de Cinderella seria totalmente inimaginável. Acho que é uma boa história para apresentar às meninas de hoje. Um alerta, não vá assistir a não ser que você tenha uma filha de até 10 anos ou seja fã da Disney. E só tem cópias legendadas. Para almoçar eu escolhi o Jig's. O cardápio deles, desde meu tempo de facu, mudou bastante, mas ainda tem seus atrativos. Eu comi uma porção de mini hamburgueres que tem o tamanho ideal para as mulheres. São 3 pequenos sanduiches, bem feitos e temperados. Para beber eu pedi um milkshake light, não por estar de dieta (aliás, quem poderia dizer que está de dieta comendo hamburguer?), mas por adorar a combinação iogurte e frutas vermelhas. O sorvete de iogurte é doce na medida e faz par perfeito com a calda e os enormes morangos que vem no copo. Funciona bem tanto como bebida, quanto como sobremesa. Delícia! Na sexta, quando eu consegui acordar, fui pro cemitério já que no corre-corre do final do ano, ninguém conseguiu ir arrumar a "casa" da baatyan. Fui de dedos cruzados para encontrar a floricultura que fica na entrada do cemitério aberta e encontrar um pinheiro, já que a única coisa que eu lembrei de providenciar foram os enfeites. Chegando lá, para minha surpresa, muitas pessoas faziam o mesmo que eu e tinha uma linda tuia holandesa de, aproximadamente, 1 metro, que ficou perfeita com os enfeites que eu comprei. Só dei azar de sair um solzão bem na hora que eu comecei a arrumar a árvore, o que me rendeu ombros queimados, porque eu nem lembrei do protetor solar. Mas antes sol do que chuva. Saindo de lá, sem saber o que fazer e morrendo de fome, fui pro shopping (por que paulistano só lembra de shopping nessas horas?). Essa era a visão de parte do estacionamento. Foi até dificil estacionar, porque era tanta vaga que eu não sabia se colocava o carro mais pra frente ou mais pra trás.
Apesar disso, descobri que eu não sou a única doida que foi para o shopping praticamente fechado. Tinha uns 4 restaurantes abertos e o cinema. Dava dó de ver os coitados trabalhando pra quase nenhum público, mas como sempre tem uns doidos que não tem o que fazer, alguém tem que trabalhar. Eu almocei no Outback. Eles estão com um prato de carne temperado com ervas muito bom. Sabe aquela carne que você não precisa nem de faca e que praticamente se desfaz na boca. É assim. Comi a versão com Ceasar Salad e adorei. Para os mais carnívoros, existe a opção do prato que vem com muito mais carne. Uma vez no shopping e com um Super Saver com validade até 31/12, aproveitei para assistir outro filme. Estava na dúvida entre Alvin e os Esquilos 2 e Avatar, mas na hora de escolher, fiquei com a opção que me parecia mais interessante assistir num telão.
Eu não esperava muita coisa do filme e acabei me surpreendendo. A historia traz um bom retrato da discussão sobre a ganância dos homens e a destruição do nosso ecossistema, inclusive citado de forma bem direta numa cena do filme. A fotografia do filme é deslumbrante e pra quem não tem medo de fortes emoções, vale a pena assistir em 3D (eu sou meio fraquinha pra isso). E rebatendo uma crítica lida em uma revista, não tem nada a ver com "continuação de Titanic". A historia é bem fantasiosa, mas é bonita e os efeitos valem o ingresso. Sábado eu acordei inspirada e lavei roupa. Sorte que eu tinha deixado a roupa para secar no coberto, porque caiu uma chuva ignorante... será que a culpa foi minha? rs No final do dia, um post no Twitter e fui para o Octavio Cafe encontrar com uns amigos. Foi super agradável sentar e conversar, tomando um bom café num ambiente confortável e muito bonito. Pena que não é 24h.
Aos que quiserem conhecer a casa, uma recomendação. Procurem um horário mais tranquilo para parar o carro na rua. O estacionamento conveniado sai R$13,00 a noite. E para quem quiser tentar, tem um café especial da casa que custa quase R$30,00 (eu não digitei errado, ele custa R$26,90 e tem até pó de ouro comestível). O nome do café: Tesouro. Resumindo, o meu natal foi ótimo, e o seu?
Segunda-feira, Dezembro 21, 2009
Kouhaku do Grupo The Friends 2009 Agora que eu me dei conta de que tem mais de 1 mês que não posto, mas acho que todos sabem o motivo: mestrado. Com as férias escolares deve dar tempo para postar, só não sei se nessa época de festas de fim de ano vai ter assunto, mas a gente tenta. rs Como eu realmente andei não fazendo nada de interessante, resta falar de um único filme que eu me permiti assistir num dia que eu me dei folga pós entrega de trabalhos e que eu fui bater pernas no shopping. Nem lembro direito, mas acho que foi na semana seguinte ao da estreia do filme Lua Nova.
Eu sei que o filme é um romance adolescente, mas é meigo e, com a crítica dizendo que os efeitos estavam muito melhores do que o primeiro filme da franquia Crepúsculo, resolvi arriscar. Quem não sabe, a saga conta o romance quase impossível entre uma mortal e um vampiro. O primeiro filme você sente muito açúcar no filme. O Lua Nova já tem um pouco mais de tempero por conta dos efeitos especiais que são mais interessantes nas cenas de luta do que na cena dos lobos, que por vezes soa bem cafona e falso. Achei interessante ver o corcovado e a imagem do Cristo Redentor numa da cenas. Bem meia-boca, mas quem é brasileiro reconheceria o corcovado até se ele fosse desenhado à dedo com guache. Como os fãs da saga já devem ter lido em reportagens, a sequência, que terá a lua de mel do par romântico da série, será no Rio de Janeiro. Eles só não sabem se será gravado no Rio ou se será somente um cenário. E a pergunta que não quer calar: vale à pena assistir? Para quem não tem certeza, eu recomendo assistir ao Crepúsculo primeiro (está passando no Telecine e já saiu em DVD), se gostar, então vá, porque Lua Nova é bem mais interessante em termos de efeitos e cenas de ação, já a historia segue a linha, então não muda muito. Eu curti, mas ainda prefiro Harry Potter. No domingo, realizamos o 13° Gran Kouhaku Beneficente do Grupo The Friends, no Bunkyo de São Paulo, paralelamente ao Bazar do Bem, organizado pela querida Erika Yamauti. Estávamos pessimistas quanto ao público, pois a maioria dos nossos amigos e colegas disseram não poder comparecer, mas para nossa grata surpresa, tivemos casa lotada o dia todo! O Kouhaku estava super animado e, apesar do calor, o bom humor e a alegria reinaram do começo ao final. Alguns imprevistos aqui e ali, dentro do previsto (que contradição rs), e tudo correu muito bem, mas o horário ficou um pouco estourado. Era para encerrarmos às 17h, mas o evento terminou com quase 2h de atraso. A parte boa: a equipe vermelha ganhou!!! Agora estamos na frente. São 7 para as mulheres e 6 para os homens. Fotinhos? Pois é, como eu sou uma das apresentadoras do evento, se tem uma coisa que eu não consigo fazer é tirar foto, mas se alguém me ceder alguma eu posto ou coloco lá pelo Orkut. Por fim, desejo a todos um feliz natal, com muita alegria e festa!!!
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