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Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Esse fim de semana eu consegui fazer quase tudo o que eu queria. Para ficar perfeito só faltou eu ter levado meu segundo celular para saber que os meus amigos foram assistir o filme 2012 e ter terminado o dia na companhia deles. Depois de passar a manhã/tarde na biblioteca da PUC, que tem acesso livre ao público, um dos melhores acervos de livros jurídicos e horário prolongado aos sábados (funciona das 8 às 17h), resolvi aproveitar que estava fora de casa para passear. A primeira parada foi o QBazar, que acontece no Jockey Club de São Paulo até o dia 22 de dezembro de 2009.
Este evento acontece anualmente (eventualmente mais de uma vez no ano) e tem por fim arrecadar fundos para o IBCC - Instituto Brasileiro Controle ao Câncer, que tem seu principal foco no câncer de mama.
A primeira edição aconteceu na área que hoje abriga o Parque da Xuxa, no SP Market. Depois ela migrou para o Jockey e, vez ou outra acontece em paralelo no ITM Expo. Mesmo no Jockey, antes eles usavam o prédio principal, ficando umas marcas na área externa e outras na área interna. Não sei quais as razões, mas desde o ano passado, eles montam tendas para abrigar cada uma das marcas numa área externa. Ou seja, se você pretende ir passear ou fazer compras, primeiro faça suas preces e 'teru teru bozu' para que não chova. Resolvido o problema da chuva, não esqueça de usar calçados confortáveis, porque o piso é totalmente irregular e são 75 lojas espalhadas, nas quais é necessário paciência para garimpar o que realmente possa lhe interessar. E se for alérgica, como eu, se prepare para coçar o nariz adoidado. O que não falta é pó, seja do carpete usado no chão das tendas, seja das próprias peças. Não sei se eu que sou mão fechada, mas algumas marcas, mesmo com desconto, ainda estão longe de terem preços interessantes para compras. Mas não nego que sempre que eu vou pro QBazar, me preparo para gerar uma despesa extra no cartão, já que sempre encontro coisas que me interessam, entre roupas, calçados e acessórios. Recomendo conferir o site e verificar as marcas que lá estão, porque você paga R$10,00 de entrada (não esqueça que não existe meia entrada para eventos não culturais, como esse), sem contar o estacionamento que sai por R$15,00 ou o risco de deixar na rua e levar uma multa. E se você pretende fazer suas compras de natal por lá, saiba que a maioria das lojas não tem embalagens para presente, nem sacolas bonitinhas, e muitas não trocam os produtos comprados por lá, por serem peças de ponta de estoque a preços promocionais. Paciência é a palavra-chave, porque antes de passar no caixa você vai ter que olhar bem a peça em busca de furos, manchas e afins para não se arrepender depois. Uma dica de passeio bem interessante é conferir os páreos no site do Jockey antes de sair de casa. Se programe para assistir umas corridas (ou apostar se você curte isso), fazer suas compras no QBazar e tomar um café ou fazer uma refeição num dos restaurantes que o Jockey abriga.
Depois de bater pernas por 3 horas e gastar um bocado de dinheiro (nem quero ver a fatura do cartão de crédito), aproveitei o caminho para passar na Decathlon (e gastar mais dinheiro). Faz tempo que eu não uso, mas fui comprar uma lanterna pra minha bike e uns outros cacarecos que fazia tempo estavam na minha lista de artigos esportivos a comprar.
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
A semana passada fez um calor infernal. Que o digam os cariocas que tiveram um dia que fez juz à música Rio 40 graus, de Fernanda Abreu, com os literais 40° fervendo a cidade. Enquanto isso, nós, paulistanos, sofríamos com os incomuns 33° queimando o asfalto. Em função desse calorão todo, inevitável pensar num sorvetinho. E a melhor opção no calor intenso são aqueles feitos com água e suco de frutas, já que os que são a base de leite parecem dar mais sede. E depois de passar tanto calor, chegou o fim de semana. A parte muito desagradável foi ficar com dor de cabeça na sexta e ter passado o fim de semana inteirinho com ela. Com isso, perdi o casamento de um amigo no sábado e não consegui produzir nada em casa. Tomei um analgésico (devidamente orientada por um médico) que me deu um sono incrível. Domingo eu devo ter ficado acordada por umas 7 ou 8 horas no total e quando me levantava a cabeça insistia em me avisar que ela existe. Hoje a cabeça está melhor, quase não dói. E, com ou sem dor, preciso tirar o atraso do fim de semana, porque quinta eu tenho 1 seminário e a entrega parcial de um trabalho e eu não fiz nada dos dois.
Segunda-feira, Novembro 02, 2009
Jantar no Angélica Grill e Finados Segunda-feira de finados e depois de cumprir o ritual da data, que se resume em fazer nossa visita ao cemitério do Morumbi (queimar uns dedos com vela e incenso) e almoçar fora, estou aproveitando para tentar adiantar o máximo de seminários que eu tenho que apresentar esta semana. Sábado passado (eu contei no post anterior, mas não vai fazer sentido se eu não voltar um pouco no tempo) eu estive atuando como apresentadora do Japan Experience, no palco principal, que fica na área externa do parque da Juventude. Eis que, naquela manhã, até lembrei que poderia precisar de um protetor solar, mas o único que eu tinha em casa estava vencido há alguns meses, então fui sem mesmo. Depois de chegar no parque, naquele corre-corre das horas que antecedem o início oficial do evento, nem pensei em procurar uma loja em busca de um protetor. O pior, eu esqueci que se ficasse parada onde bate sol eu me queimaria e... ai, queimou! Mas não queimou um pouquinho, queimou muito, e eu só sentiria as dores reais da queimadura 2 dias depois, ou seja, segunda-feira (começou a doer depois que eu postei na semana passada). O incomodo ficou tão grande que eu tive que correr atrás de algo para ao menos aliviar. Eu estava usando hidratante comum, mas descobri que, no estado que eu estava, isso não era suficiente. Comprei então Caladryl loção. Ele é mais caro do que o creme (tipo pomada), mas é mais fácil de aplicar e por exigir menos fricção, dói menos. Só lamentei ter visto 1 dia depois, na prateleira de uma farmácia, uma versão genérica do Caladryl em spray (Calamed).
Na terça, o incomodo parecia aumentar apesar de ter aplicado Caladryl na noite de segunda e na manhã de terça, e como a bula diz para não aplicar demais, então sai em busca de um hidratante pós sol. Eu sabia que existia o da Sundown, um gel verde a base de aloe, mas depois de encontrar uma variedade de marcas e preços, fiquei com o da Nivea, marca de minha preferência, inclusive no quesito protetor, porque o cheirinho é bem melhor.
O Hidratante pós sol da Nivea tem cheiro suave e deixa um perfume de "acabei de tomar banho" na pele. A absorção é muito rápida e não fica oleoso. Quanto a ardência, melhorou, mas não posso afirmar que foi o hidratante que fez isso, porque a essas alturas eu já tinha usado um hidratante comum e o Caladryl. Enfim, meu primeiro alerta é NUNCA ESQUEÇAM O PROTETOR SOLAR. Como brincou meu irmão "as pessoas acham que só o sol da praia que queima" rs. E se não se preveniu e tiver que remediar, fica como sugestão esses produtos que são fáceis de encontrar. Ainda na segunda, eu participei de um jantar de confraternização com a Comissão de Exame da OAB/SP, pós exame da ordem, lá no Angelica Grill. Como choveu muito naquela tarde/noite, o trânsito não esteve dos melhores, mas até que foi fácil chegar lá (continuo achando que só paulistano pra achar normal fazer Liberdade-Angélica em 40 minutos, bom). A churrascaria estava bem vazia, não fossem os quase 100 advogados que lá estavam. Não sei se vai servir de parâmetro, mas o atendimento foi bem cordial (pode ser o medo de ser processado? rs), os garçons estavam bem atentos, então todo e qualquer pedido que fazíamos era de pronto atendido, o buffet de saladas estava bem servido e as carnes estavam boas. Eu que sou meio chata quando estou em churrascaria, não joguei nenhum pedaço de carne que foi colocado no meu prato. Os sucos são pequenos, mas estavam todos muito bem feitos e frescos (nada de polpa, tudo feito com frutas). Não tenho nada a declarar a respeito das sobremesas, porque eu comi tanta batatinha que acabou o espaço para qualquer tentativa de devorar, ainda que por gula, algum doce. E adivinha o que eu não esqueci hoje? De passar protetor solar antes de ir pro cemitério, afinal, errar é humano, insistir é burrice (e eu ainda tô me recuperando das queimaduras da semana passada).
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
Japan Experience no sábado e 2ª fase do exame da OAB no domingo Sexta-feira, para adiantar as coisas eu acabei "perdendo" a hora de ir embora e quando me dei conta, passavam das 23h. O problema é que eu tinha que chegar em casa e arrumar meu material para poder apresentar o Japan Experience no sábado. Apesar de ser sexta, como já havia passado o horário da saída das faculdades, o trânsito estava bem tranquilo e eu pensei que poderia dormir cedo já que não haveria muita coisa pra arrumar... mais uma falha da noite. rs Ligando o computador para dar uma boa olhada nas atrações e horários do evento, descobri que eu precisava montar um cronograma para saber, na hora de anunciar, quais atividades aconteceriam em paralelo com as atrações do palco principal e tudo mais... ou seja, entre montar um quadro que eu conseguisse entender, colocar numa sacola as coisas que eu preciva levar, estudar o caminho pra chegar no local e tomar banho, deu 3:30h da matina do sábado. Tudo bem, afinal, nem dá pra sentir sono durante o evento, porque a gente fica totalmente elétrico pra poder agitar o público. O evento foi muito show e algumas atrações me surpreenderam. Quando a gente pensa que não tem mais nada de novo pra apresentar, aparecem umas coisas bem legais. O que eu mais curti foram as apresentações das meninas do Nippon Blues Jays, grupo de softball do Nippon Country Club, que podem ser nossas atletas na modalidade, na Olímipiada do Rio, em 2016, e o Jokenpô (não escrevi errado, esse é o nome do grupo) que mistura taiko com sapateado e instrumentos da cultura afro, com dançarinos e tocadores japas, mulatos e brancos. Show! E as promessas de uma das coordenadoras do evento fez muito efeito: nada de chuva, muito sol e somente umas poucas nuvens já no final do dia... o problema é que esquecemos que sol queima e estamos todos camarões! O meu lado direito que o diga, tomar banho tem sido torturante. Depois daquele agito todo no sábado, veio a tensão do domingo. Não, eu não estou fazendo ainda o exame, agora eu estou do outro lado da 'brincadeira', eu olho os examinandos. E por que a tensão? É porque eu já passei por isso e sei que, mesmo não querendo, os examinandos sempre estão tensos. Cheguei na sala, procurei ser o mais tranquila possível, porque a última coisa que eu queria era deixá-los amedrontados, ainda que eu soubesse que a presença de qualquer pessoa em nome da OAB na sala intimida. Pra minha sorte, na sala que eu estive, tudo correu muito tranquilo. Alguns candidatos reclamaram que eu vetei o uso de um ou outro material que estava com anotações pessoais (não eram cola, mas tinha coisa escrita, então não pode usar, conforme o edital), mas era isso ou não deixar fazer a prova. Fiquei triste por saber que houveram incidentes em algumas salas com cola. Eu fico impressionada com essa atitude tão desonesta num momento desses! Colar na faculdade é uma coisa, afinal, você tem que cursar um monte de matérias pela qual não tem o menor interesse e, muitas vezes, nem serão utilizadas na vida prática, mas na 2ª fase do exame da OAB, você escolheu a área e pressupõe-se que você tenha afinidade com esta, ou seja, você manja sobre o assunto. Então, pra quê a cola? Alguns tentarão argumentar que se trata de insegurança, nervosismo que causa branco, mas eu ainda acho errado. Eu colava na faculdade (tirando aqueles CDFs de carteirinha, quem é que nunca deu uma coladinha?) e continuo não vendo mal nisso, mas eu me recusava a correr o risco de ser pega no exame da OAB, tanto é que para não ter nenhum rabisco nos meus códigos, comprei tudo zerado às vésperas da prova e tinha folheado livro por livro que eu peguei emprestado para apagar qualquer anotação que existisse (não tinha nada anotado, mas por via das dúvidas olhei, porque, como dizia o professor do cursinho, não é por mal, mas às vezes a pessoa usou o livro na gradução, anotou algo nos cantos e esqueceu). Meu conselho pra quem ainda vai prestar o exame ou que, infelizmente, tem que fazer de novo? O mesmo que eu ouvi do professor Sabbag: é só 1 mês, então, esqueça por apenas 30 dias que você tem amigos, família e vida social. A família vai ter que compreender e os amigos de verdade vão entender. Durma, coma, respire o conteúdo para depois nunca mais ter que pensar nessa prova e poder comemorar com todos aqueles que aguentaram suas reclamações, seu mau humor, sua tensão e sua ausência. Foi o que eu fiz e, eu posso dizer, funcionou! PS: não tem fotinhos, porque eu estou esperando alguém me ceder alguma
Segunda-feira, Outubro 19, 2009
Estive em muitos casamentos neste ano e o que torna este um destaque? Todos os casamentos que eu fui eram de amigos, pessoas muito queridas. Todos foram muito bonitos e emocionantes. E então? É que este foi o único casamento que eu vi, até hoje, desde que eu me conheço por gente, em que o noivo fez 2 coisas diferentes: primeiro, por ser um super cantor do karaoke, a entrada da noiva foi com o noivo cantando "My Way" (não sei como a noiva fez pra segurar a choradeira, porque até a gente tava quase chorando) e segundo, porque eu nunca na minha vida vi um noivo chorar. Sim, foi meigo ver ele se emocionando e chorando sem cerimônias na hora de cumprimentar os pais e padrinhos. O casamento foi na sexta à noite (início marcado para às 21h... horário real 22h) numa pequena igreja que por dentro (vide foto) é um brinco, com toda a ostentação das igrejas católicas, mas a vizinhança... deixa pra lá.
Depois, fomos para a festa... e o noivo, entre uma parada aqui e ali para cumprimentar os convidados (cerca de mil pessoas), cantava com sua banda na festa. Os convidados mais velhos foram embora logo depois de jantar, mas os noivos nem podem reclamar... o jantar foi servido passado a meia-noite e os mais velhos não estão acostumados com essa vida noturna, via de regra! rs Totalmente clima de balada, só que vestida de black tie. =P Voltei pra casa umas 5 da matina de sábado, tomei meu banho e, nem tinha muito tempo que eu havia pego no sono comecei a viver o tormento de quem mora próximo do autódromo.... o barulho incessante de helicópteros que geram um trânsito intenso no céu e o zumbido, em alto e bom som, dos carros correndo na pista. Como não dá pra evitar o barulho, o jeito foi ligar a TV pra ter as imagens (e aproveitar a forte chuva, que obrigou o treino classificatório ser suspenso, pra tirar um cochilo). Desacreditei quando vi aquele safety car entrando na pista, no domingo, logo no comecinho... é muita zica. Afinal, o povo estava secando o Button ou o Rubinho??? Se a resposta for nada, então fica a minha sugestão/convite para que vocês saiam de casa e curtam o Japan Experience 2009. O evento foi criado com a intensão de divulgar a cultura japonesa num formato diferente, durante os preparativos para a comemoração do Centenário da Imigração Japonesa. Todas as pessoas tem a oportunidade de experimentar literalmente as artes apresentadas e o melhor, de graça!!! Basta acessar o site do evento, fazer sua inscrição nos workshops e aparecer no Parque da Juventude. E se você não quer fazer nada, mas curte assistir apresentações de música e dança, vá que o palco principal estará cheio de atrações diversas.
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